segunda-feira, 6 de março de 2017

Principais atrações locais, ursos e vulcões despertam admiração e medo.

Rússia: A perigosa beleza de Kamtchatka

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Principais atrações locais, ursos e vulcões despertam admiração e medo.


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ANTON AGARKOV
Kamtchatka tem duas grandes atrações e ambas são potencialmente perigosas.
ANTON AGARKOV
Uma delas são os ursos que habitam a região. Nesta foto, ursos jovens caçam peixes no rio Khakitsin, que deságua no lago Kurile. Poucos minutos antes desse clique, um deles havia capturado seu primeiro salmão vermelho, no entanto, atrapalhou-se todo tentando abordar o enorme peixe e eventualmente deixou o animal cair de volta na água. Mais esperto, um de seus irmãos não deixou, porém, que o peixe escapasse. Mesmo assim, parece agora dizer: “O que eu fiz? E que faço agora?”.
ANTON AGARKOV
Amor Selvagem? Ao contrário do que possa parecer, esses ursos não estão brigando, mas sim namorando no lago Kurile, com o vulcão Ilyinsky como cenário ao fundo.
ANTON AGARKOV
Ursa conduz seus filhotes ao longo da margem do lago Kurile ao amanhecer.
ANTON AGARKOV
Em Kamtchatka há sempre algum ponto em erupção. Mas todas as ocorrências ao longo dos últimos três anos não são nem de perto comparáveis à erupção do vulcão Plosky Tolbachik nos anos de 2012 e 2013. Nesta foto, é possível ver o material geológico em fusão iluminando a paisagem noturna da encosta sul do vulcão.
ANTON AGARKOV
A lava expelida durante tal erupção destruiu 2 instalações usadas por vulcanologistas. Por sorte, ninguém se machucou na época. Como a fase ativa da erupção ocorreu no período de inverno, também não gerou incêndios florestais em grande escala.
ANTON AGARKOV
Durante um longo período, a erupção foi a grande atração turística da região. Muitos sobrevoavam o local de helicóptero, mas quase ninguém se atrevia a desembarcar na montanha e acampar no local. Os poucos corajosos que o fizeram foram capazes de capturar imagens verdadeiramente impressionantes.
ANTON AGARKOV
O lago Kurile, por sua vez, é um ecossistema único que fornece aos fotógrafos uma oportunidade de registrar ursos em seu habitat natural a uma distância segura, embora curta. Este banho, por exemplo, foi clicado a apenas cinco metros dos ursos.
ANTON AGARKOV
Sol se eleva acima dos vulcões Plosky e Ostry Tolbachik. Este último é bastante pitoresco, porém extinto. Já seu vizinho, embora pareça apenas um ombro do Ostry, é totalmente independente e, como já citamos, ainda continua ativo.
ANTON AGARKOV
Outro vulcão ativo na região é o Klyuchevskaya Sopka, o mais alto da Eurásia. Aliás, este vulcão é tão ativo que está em erupção enquanto você lê esta frase.
http://gazetarussa.com.br/arte/viagem/2016/10/16/a-perigosa-beleza-de-kamtchatka_636045


São Petersburgo aos olhos de um gigante

São Petersburgo aos olhos de um gigante

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Fotos do alto de prédios de São Pete mostram todo seu esplendor e beleza.

Roofs St. Petersburg
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ANDREI OREKHOV
Explorar São Petersburgo do alto de prédios pode ser uma experiência maravilhosa – e diferente de outras cidades.
Roofs St. Petersburg
ANDREI OREKHOV
Isso porque a vista do alto da antiga capital russa é esplêndida!
Roofs St. Petersburg
ANDREI OREKHOV
Arranha-céus são proibidos na cidade, então nunca haverá algo tapando sua visão.
Roofs St. Petersburg
ANDREI OREKHOV
Como chegar ao telhado almejado? É preciso ser esperto e persistente!
Roofs St. Petersburg
ANDREI OREKHOV
E, se você não tiver amigos para abrirem as portas, poderá sempre visitar edifícios públicos com telhados abertos.
Roofs St. Petersburg
ANDREI OREKHOV
Claro que você não irá se contentar com o gostinho dessas vistas maravilhosas que a Gazeta Russa traz.
Roofs St. Petersburg
ANDREI OREKHOV
E, aproveitando a queda do rublo, vai correr para buscar uma passagem para o próximo verão.
Roofs St. Petersburg
ANDREI OREKHOV
Mas, por favor, tenha cuidado se conseguir subir nesses prédios! Se não, seremos obrigados a colocar um disclaimer: “Crianças, não tentem isso!”
Russian roofers
ANDREI OREKHOV
E, vamos facilitar as coisas? Existem agências de turismos que têm excursões pelos telhados de São Pete.
Russian roofers
ANDREI OREKHOV
Afinal, de acordo com a lei russa, subir em telhados não é proibido. Mas pode haver moradores que não gostem de te ver espiando suas janelas de perto.
Russian roofers
ANDREI OREKHOV
Então, concentre-se na sua própria segurança.
Roofs St. Petersburg
ANDREI OREKHOV
Os guias te mostrarão a vista que um gigante teria de São Petersburgo: outros telhados, rios, canais, igrejas, edifícios históricos…
Roofs St. Petersburg
ANDREI OREKHOV
http://www.patrialatina.com.br/sao-petersburgo-aos-olhos-de-um-gigante/

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

A Índia muito além da Karma-Cola

A Índia muito além da Karma-Cola

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A religião é onipresente e pode ser empacotada para ocidentais. Mas o país me pega pelo carnal. Cores, cheiros, comidas, tons de pele. Caos harmônico, balé da muvuca
Relato de viagem de Maria Bitarello
Entregar-se para vencer” é o título de uma crônica que escrevi há quase 5 anos. A frase não é minha. Tirei-a do livro Shantaram, de Gregory David Roberts, que lia na época. Foi pouco antes de ir à Índia pela primeira vez. Três viagens depois, lembrei-me dessa crônica. Porque a resistência vem me parecendo uma força inútil e, lá, entregar-se é um ato de sobrevivência. A cada vez que volto ao país, essa frase ganha mais corpo e se transforma numa espécie de fé.
Não vou aqui ficar fazendo pregações sobre a cultura espiritual indiana. Sim, a espiritualidade está por toda parte, sagrado e profano tudo junto e misturado, e isso é maravilhoso em muitos momentos, mas o karma-cola não é meu forte. Essa expressão aprendi por lá. É o produto nacional vendido na Índia à classe média e alta do Ocidente que vai pro Oriente em busca de cura, sentido pra vida, respostas, uma pílula da felicidade em forma de guru, etc. A coca-cola do karma. Como o gringo que vem pro Brasil e quer virar mestre de capoeira, craque de futebol ou passista da Mangueira. Oferta e procura. Nesse caso, de um clichê, que costuma ser a primeira coisa a saltar aos olhos do viajante. Se é isso que você busca, vai aparecer alguém vendendo. Pelo preço que for.
E, de fato, o karma-cola não é uma mentira. É só olhar pro lado em qualquer viela de Mumbai, de Delhi, de Varanasi. Nas portas das casas. As imagens sagradas, as swastikas, as tikkas nas testas; elas estão por toda parte. Assim como as mesquitas, os templos sikhs, hindus, jainistas, os nomes de grande parte da população: Durga, Puja, Siddharth, Mohammed, Krishna, Pema, Kala, Vishnu. O que fazem é embalar tudo isso pra presente do jeito que nós, ocidentais, gostamos de comprar e customizar ao gosto do cliente pra, obviamente, faturar em cima. Assim como no Rio leva-se os turistas pra passear de jipe nas favelas – aliás, lá também. Todo mundo tentando ganhar dinheiro de algum jeito. Vendendo sonhos.
A Índia me pega mesmo pelo dia-a-dia; uma correnteza humana de 1,2 bilhão de pessoas convivendo. Pra experimentar o que eu acho que aquela terra oferece de melhor, não precisa seguir guru nem comprar roupa colorida, incenso ou tapete de yoga. É só ir ao mercado. São tantos estímulos. O caos. O trânsito. As negociações. A impossibilidade de uma resposta direta. Os convites pra tomar chá. A quantidade de gente. As roupas; nossa, as roupas! As cores. Os cheiros. As comidas. As frituras. Os condimentos. As buzinas incessantes. Animais. Mercados. Crianças. As balançadas de cabeça. Os diferentes tons de pele. Os piercings no nariz. Os anéis nos dedos dos pés. As marcações coloridas na testa, entre os olhos, mas também na altura da linha do cabelo. As tornozeleiras. Os saris. As kurtas. Gente, gente, gente pra todo lado. As vacas, bicicletas, ônibus, carros, caminhões, tuk-tuks e pedestres, todos juntos na rua, num caos harmônico, num balé da muvuca, tudo confuso, mas surpreendentemente calmo. Considerando o número de pessoas todas juntas, a qualquer momento, em qualquer lugar de uma cidade, a coreografia dos movimentos e o número reduzido de acidentes e desentendimentos entre motoristas, ambulantes e cachorros é de uma organicidade que nós, aqui no Brasil, estamos perdendo.
TEXTO-MEIO
Porque a gente passou a achar muito chique ser como aos americanos, que por sua vez são filhotes europeus. Mas se pensarmos bem, na verdade verdadeira mesmo, a maioria absoluta da população mundial (inclusive no Brasil) vive em alguma variação aproximada do que se vive na Índia. Somos bichos parecidos. Menos formais; mais passionais: seja você rico ou pobre. E o que nos aproxima, penso eu, é uma forma de amor dedicada às ações do cotidiano. Ainda não viramos robôs, nos enxergamos. E a meus olhos, existe mais sabedoria nessa acomodação e rearranjo permanente dos desejos ordenada pelos afetos que na imposição de linhas duras e inflexíveis em torno das quais uma sociedade mais cartesiana se organiza.
Não precisa nem ir à Índia pra se lembrar disso. Temos essa sabedoria atávica em nós. É só sair da bolha. Desligar a Globo. Confiar na multidão. Soltar o corpo na correnteza. Cultuar a festa, a nossa versão local do karma-cola. Aproveite que o carnaval vem vindo.
http://outraspalavras.net/destaques/a-india-muito-alem-da-karma-cola/

terça-feira, 15 de novembro de 2016

África do Sul, o paraíso do vinho na África

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

São Petersburgo espera até 5.000 brasileiros durante Copa de 2018

São Petersburgo espera até 5.000 brasileiros durante Copa de 2018

23 de agosto de 2016 ITAR-TASS
Interesse por futebol deve atrair visitantes do Brasil, prevê comitê de turismo da segunda maior cidade russa. Fluxo de latino-americanos registra aumento pelo segundo ano.
Com 11 cidades-sede, campeonato será disputado entre 14 de junho e 15 de julho de 2018 Foto:TASS
São Petersburgo prevê a chegada de até 5.000 torcedores brasileiros durante a Copa do Mundo de 2018. A cidade será uma das onze sedes do torneio na Rússia.
A estimativa foi anunciada em reunião do presidente do comitê para o turismo de São Petersburgo, Andrêi Muchkarev, com operadores turísticos e jornalistas do Brasil.
Segundo fontes internas, a delegação brasileira elogiou a infraestrutura de transporte da cidade, assim como o ambiente acolhedor e a simpatia dos locais.
“Os blogueiros e os operadores turísticos brasileiros também disseram que apreciaram muito a culinária russa, especialmente borsch [sopa de beterraba], pelmêni [espécie de ‘cappelletti’ russo], golubtsi (charutinho de repolho recheado) e vodca”, divulgou em nota a assessoria de imprensa do comitê.
Embora o Brasil ainda não figure entre os principais turistas estrangeiros em São Petersburgo, o comitê espera que o interesse por futebol possa impulsionar o turismo brasileiro à segunda maior cidade da Rússia.
Na atual temporada de verão russo, a cidade recebeu, pela primeira vez, um fluxo maior de turistas provenientes de Chile, Peru e Venezuela. O aumento de turistas da América do Sul é uma tendência já registrada pelo segundo ano consecutivo. “Os dados exatos serão consolidados no final da temporada”, disse o comitê.
Com material da agência de notícias Tass

sábado, 6 de agosto de 2016

São Paulo recebe ‘Ocupação Russa’

São Paulo recebe ‘Ocupação Russa’

De oficina de xadrez a lançamentos de livros, são quase duas semanas recheadas de eventos ligados ao país. Neste ano, tradutor Boris Schnaiderman é homenageado.
Fachada principal da Biblioteca Mário de Andrade, na Consolação Foto:Lucas Salles(Dornicke)/wikipedia.org
Tem de performance a oficina de xadrez, passando por exibição de filmes, debates e lançamentos de livros. Até dia 20 de agosto, a Biblioteca Mário de Andrade, em São Paulo, abriga a Ocupação Russa, constituída de diversos eventos culturais, sempre com entrada franca.
O evento foi aberto na quinta-feira (4) com uma homenagem a Boris Schnaiderman – uma espécie de “pai fundador” da tradução de literatura russa no Brasil, falecido em maio, aos 99 anos.
Tudo começou há seis anos, quando a Associação Cultural Grupo Volga de Folclore Russo iniciou, na Biblioteca Mário de Andrade, um ciclo de “Dias da Língua e Cultura Russa”, devido à comemoração, pelo governo da Rússia, do “Ano da Língua Russa”.
“A receptividade do público da Biblioteca fez com que esses dias se tornassem uma tradição, sendo que a cada ano um escritor russo era homenageado”, conta Vera Gers, da Associação Cultural Grupo Volga de Folclore Russo.
“Além da divulgação da língua e cultura, o objetivo era desmistificar a Rússia para os brasileiros e quebrar estereótipos, ou seja, derrubar as barreiras do senso comum. Sempre buscamos aproximar as duas culturas e mostrar que ambas possuem inúmeras afinidades."
“A Rússia não ficou congelada no tempo, nem sua cultura, sua arte, sua cinematografia”, diz a editora da Kinoruss Edições e Cultura, Neide Jallageas.
“Queremos demonstrar um pouco disso, que há muito mais do que a mídia hegemônica demonstra."
Ligada à área de cinema, Jallageas montou a programação de filmes exibidos no evento a partir dos acervos da Embaixada Russa e do CPC-Umes.
Assim, integrou várias fases e estilos do cinema russo, desde os mais festejados - como “Outubro”, de Eisenstein -  até outros populares, como “Moscou não acredita em lágrimas”, chegando até “Arca Russa”, de Sokúrov.
“Isso para demonstrar, de certa maneira, que o cinema russo não é apenas o que foi produzido nas vanguardas, nem depois existiu apenas Tarkóvski”, explica.
“A produção é vasta, há uma riqueza, uma profusão de realizações que não tem fim. Ainda bem!”
Ela ainda participa, no dia 13, às 20h, da performance “Cárcere Oscuro”, que propõe um diálogo entre a cultura russa e a brasileira, com a leitura de textos de Svetlana Aleksiévitch, Serguêi Eisenstein, Óssip Mandesltam e Luiz Roberto Salinas Fortes.
A atividade é complementada, em seguida, pela mesa-redonda “Repressão e violência na Rússia e no Brasil”, com Ricardo Lísias, Bruno Gomide, Hugo Fortes, Síssi Fonseca e Neide Jallageas.
O escritor Ricardo Lísias conta que vai comentar especificamente o livro “Retrato Calado”, de Luiz Roberto Salinas Fortes (1937-1987), relacionado à sua pesquisa de pós-doutorado.
“Vou mostrar a importância dele para a literatura de testemunho no Brasil, sobretudo no que diz respeito à constituição de um narrador marcadamente resistente à naturalização da tortura, da repressão e da violência."
Na véspera, dia 12, às 19h30, o editor Cide Piquet presta mais uma homenagem a Boris Schnaiderman e, em seguida, às 20h, media o bate-papo “Ler Chalámov, traduzir Chalámov”, com os tradutores e pesquisadores  Andrea Zeppini, Daniela Mountian, Francisco de Araújo e Lucas Simone, marcando o lançamento, pela Editora 34, dos volumes 2 e 3 dos “Contos de Kolimá”, impressionantes relatos dos campos de trabalho soviéticos pelo escritor Varlam Chalámov (1907-1982).
A Editora 34 lança ainda, no dia 20, às 16h, “Uma História Desagradável”, de Dostoiévski, com bate-papo com a tradutora Priscila Nascimento Marques.
A Ocupação é promovida pela Associação Cultural Grupo Volga de Folclore Russo e a Kinoruss Edições e Cultura – com apoio da Embaixada da Federação da Rússia no Brasil e Consulado da Federação da Rússia em São Paulo, CPC – UMES – Filmes, Editora 34, União Cultural pela Amizade dos Povos, Clube de Cultura Russa e Grupo de Teatro “Três Laranjas”.
A programação completa da Ocupação Russa na Biblioteca Mário de Andrade está disponível em bma.art.br.

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Índia terá na Rio 2016 a maior delegação da história olímpica do país



Alana Gandra - Repórter da Agência Brasil         
Sem muita tradição nos Jogos Olímpicos, a Índia participará da Rio 2106 com a maior delegação da história do país. "É um grupo recorde, com quase 100 atletas", informou hoje (4) o presidente da Câmara de Comércio Índia Brasil, Leonardo Ananda, que recepcionará os atletas no sábado (6) à noite, no Espaço Rio de Janeiro, na Gamboa, centro da cidade.
Segundo Leonardo Ananda, comparada com outras olimpíadas, essa é a edição em que a Índia tem maiores chances de medalhas. “Somos o país mais populoso do mundo, com mais de 1,3 bihão de pessoas. Apesar de não termos uma delegação tão expressiva como das potências olímpicas, esperamos bater o recorde de edições anteriores", afirmou.
Conforme o representante da Índia, das 11 modalidades em que os atletas indianos competirão há maiores chances de medalhas no hóquei sobre grama, tiro, badminton e levantamento de peso. No hóquei sobre grama, a Índia acumula 30 vitórias e nove medalhas de ouro em olimpíadas.
Parceiros estratégicos
Além de recepcionar os atletas e autoridades indianas que acompanham a delegação, Ananda informou que a celebração é para divulgar a cultura indiana na cidade do Rio de Janeiro. “Vamos servir comida indiana e apresentar danças clássicas e de filmes indianos. O objetivo é fomentar as relações entre Índia e Brasil em todos os segmentos. Prezamos muito a aproximação política, diplomática, cultural e econômica.”
De acordo com Ananda, os dois países já são parceiros estratégicos nos fóruns internacionais. Acrescentou que em eventos do porte da Rio 2016 há interesse em estreitar e ampliar as relações bilaterais.
"Vamos fazer isso em outubro, durante a reunião do Brics (grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), que ocorrerá em outubro na Índia.”  Ananda adiantou que a Câmara de Comércio Índia-Brasil deverá levar àquele país uma “delegação brasileira forte para divulgar o Brasil."
Edição: Armando Cardoso